O governador Cláudio Castro (PL) anunciou que vai rever todos os programas de segurança pública que funcionam em parceria com as prefeituras. A declaração foi dada há pouco durante uma live com o senador Flávio Bolsonaro (PL), no canal do parlamentar no Youtube (assista abaixo).
Castro reascendeu a rixa com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), sobre a questão da segurança pública. Ele citou o programa BRT Seguro, realizado por PMs cedidos pelo estado – e pagos pela prefeitura – e sugeriu que o município poderia ceder agentes da Guarda Municipal para atuar no Segurança Presente, por exemplo. O governador também questionou os investimentos feitos pelo prefeito na Guarda Municipal do Rio.
“De 2020 para cá eu já chamei mais de cinco mil policiais, comprei mais de três mil viaturas. Quantos guardas municipais foram chamados nesse período? Quantas viaturas foram adquiridas? Quem trabalha está fazendo e quem não está fazendo, conta história. Foram mais de R$ 4 bilhões investidos em segurança pública. Das 50 bases do segurança presente, mais de 30 são na capital. Os agentes civis do Segurança Presente deveriam ser os guardas municipais. O Paes falou do BRT Seguro, quem faz o BRT seguro é a Polícia Militar. Vou começar a rever os programas que os municípios financiam. O município contrata o policial na hora de folga e não investe na guarda municipal, quebrando nossa tropa. Guarda municipal é importantíssima e tem que ser valorizada. Policial militar tem de fazer o RAS (regime Adicional de Serviço) para o estado. A Prefeitura que não investir na guarda municipal, não terá policial militar”, afirmou o governador.





