A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense concluiu o inquérito que investigou a execução do vereador Silmar Braga de Souza e indiciou duas pessoas apontadas como responsáveis pelo crime: o suposto mandante e o executor. Segundo as investigações, o suplente Mário Jorge Soares Gentil teria contratado Gutemberg Andrade de Santana para cometer o assassinato, informa o jornal O Globo,
De acordo com as investigações, a motivação estaria relacionada a uma disputa territorial por votos no Jardim Nova Marília, distrito de Magé, onde a vítima morava e exercia sua atuação política. A polícia sustenta que, com a morte de Silmar, o suspeito passaria a exercer liderança isolada na região.
A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois indiciados. Gentil está preso desde dezembro do ano passado. Já Santana é considerado foragido.
Emboscada na porta de casa
O crime ocorreu em 20 de janeiro de 2025, no bairro Jardim Nova Marília. Conforme a DHBF, o vereador foi atraído para uma emboscada. A investigação aponta que Gutemberg Andrade de Santana se aproximou da residência da vítima em uma motocicleta e efetuou disparos na porta do imóvel.
A delegacia especializada concluiu que o assassinato foi planejado previamente e executado de maneira organizada, indicando preparação e divisão de tarefas entre os envolvidos.
Provas técnicas reforçam acusação
Ao longo da investigação, a DHBF reuniu elementos técnicos que, segundo os investigadores, demonstram a ligação entre o suposto mandante e o executor. Entre as provas estão análises de imagens, dados telemáticos e registros telefônicos.
Os levantamentos indicam contatos entre Mário Jorge Soares Gentil e Gutemberg Andrade de Santana nos dias que antecederam o homicídio e também na data do assassinato. A polícia considera que os indícios reunidos sustentam a responsabilização de ambos pelo crime.






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