Dois membros da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental foram feridos gravemente gravemente a tiros nesta quarta-feira (26) na área externa do complexo da Casa Branca, em Washington. As autoridades afirmam que o ataque foi premeditado e ocorreu em uma região conhecida pelo intenso monitoramento de segurança federal. Houve inclusive informações controversa de que eles teriam morrido, não confirmadas ainda.
O suspeito, atingido durante a troca de tiros, foi preso logo após a ação. Segundo Jeffery Carroll, chefe assistente executivo da polícia de D.C., trata-se de um “atirador solitário” que teria emboscado os militares. A motivação ainda é desconhecida, e não há indícios de conexões externas até o momento.
Suspeito é identificado como cidadão afegão
Fontes próximas à investigação identificaram o autor como Rahmanullah Lakanwal, cidadão afegão que entrou nos Estados Unidos em 2021 e teria vivido anteriormente no estado de Washington. As equipes agora tentam reconstruir seus passos recentes, analisando contatos, deslocamentos e registros públicos.
Investigação analisa rota e chegada à Casa Branca
Ainda não há informações sobre como Lakanwal conseguiu acessar a área próxima ao complexo presidencial. Imagens de câmeras de segurança, dados de hospedagem e outros registros estão sendo verificados para esclarecer o trajeto percorrido antes do ataque.
Governo envia reforço militar para a capital
Após o incidente, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, anunciou que o presidente Donald Trump determinou o envio de mais 500 integrantes da Guarda Nacional para Washington. Até agora, não foram divulgados prazos nem detalhes operacionais sobre o reforço.






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