A PGR (Procuradoria-Geral da República) enviou uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que a apuração do “apagão de dados” no Ministério da Saúde, ocorrido em 10 de dezembro de 2021, seja investigado em primeira instância. O pedido foi assinado pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros. No STF, o relator do caso é o Ministro Gilmar Mendes.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é investigado nesse caso por possível crime de prevaricação e infração de medida sanitária preventiva pela falta de dados sobre a pandemia da covid-19, uma vez que o ataque hacker tirou do ar o site da pasta e o ConecteSUS, que armazenava também informações sobre vacinados no Brasil.
Desde então, o governo federal tem apresentado dificuldades em divulgar informações sobre vacinação, infecções e mortes pelo coronavírus. A investigação de Queiroga por parte do STF atende a um pedido do PT, assinado pelos deputados Reginaldo Lopes (MG), Gleisi Hoffmann (PR), Alexandre Padilha (SP) e Bohn Gass (RS).
A procuradoria utilizou a manifestação ao STF para pedir que a Polícia Federal compartilhe mais do que já apurou sobre o caso, uma vez que o órgão possui um inquérito próprio a respeito do apagão.






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