O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (23), por votação simbólica o relatorio da deputada paulista Renata Abreu (PODE) com mudanças no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE). O governo tinha o objetivo de reduzir as atividades beneficiadas pelo programa para 12, mas foi voto vencido no plenário da Câmara dos Deputados e a medida passará a beneficiar 30 atividades com um teto de 15 bilhões a partir de abril de 2024.O Projeto segue agora para análise do Senado Federal.
Um dos entusiastas do Projeto, Deputado Júlio Lopes (PP) comemorou a aprovação, “Primeiro é uma garantia de que contratos no Brasil tem valor. O PERSE foi concebido, construído até 2027 e abortá-lo, seria rasgar contratos rasgar perspectivas destruir caminhos. A aprovação significa a continuidade de algo que foi pactuado pela sociedade que precisava ser preservada.”, diz Lopes.
Já o deputado Lindbergh Farias (PT) encaminhou voto favorável à medida, mas teceu críticas ao projeto e aos deputados que acusam o governo de gastar muito. “Quero trazer minha posição contrária a lógica do projeto. Foi o acordo possível. De onde tira esse dinheiro? De projetos sociais. Tem cabimento o Rock in Rio ser beneficiado e não pagar impostos durante todo esse tempo, tem cabimento uma grande casa de shows não pagar e a gente cortar da Farmácia Popular? O parlamento tem que entender que é o mesmo dinheiro. Vou votar a favor, mas a essência do projeto é equivocada desde o inicio”, conclui Lindbergh.





