Para não criar confronto, TSE só julgará uso de fake news por presidenciáveis após eleição 

Embora tenham se articulado para salvar a jurisprudência definida pela cassação do do deputado estadual Fernando Francischini (União-PR), ministros de cortes superiores preveem que não haverá indeferimento de registro de chapas por divulgação de notícias falsas antes das eleições. A informação e do Painel da Folha. A avaliação é de que não há clima político…

Embora tenham se articulado para salvar a jurisprudência definida pela cassação do do deputado estadual Fernando Francischini (União-PR), ministros de cortes superiores preveem que não haverá indeferimento de registro de chapas por divulgação de notícias falsas antes das eleições.

A informação e do Painel da Folha.

A avaliação é de que não há clima político para impedir que candidatos à Presidência concorram. Qualquer decisão nesse sentido aumentaria a crise entre os Poderes e só deve ser tomada após o resultado das urnas.

Até lá, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atuará para coibir a desinformação com outros mecanismos. Nesta semana, por exemplo, assinou acordo com religiosos de combate às fake news.

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta terça-feira (7) a cassação do deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR) e derrubou a decisão do ministro Nunes Marques que havia restituído o mandato do parlamentar.

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