Os planos nada modestos do PSD para o Rio: bancada recorde, governador e senador

Na visão dos caciques pessedistas, o projeto de Paes precisa ter uma candidatura de vínculo direto a ele para a Casa Alta do Congresso

Janaína Lisboa (correspondente em Brasília)

Os planos do PSD fluminense para 2026 são bem pouco modestos: o partido do prefeito Eduardo Paes projeta a maior bancada da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), tenta chegar ao governo do Rio e, por isso, já trata como certa a possibilidade de ter um candidato ao Senado. Na visão dos caciques pessedistas, o projeto de Paes precisa ter uma candidatura de vínculo direto a ele para a Casa Alta do Congresso – missão para a qual Pedro Paulo avança como favorito.

Em relação à bancada estadual e federal, o objetivo é o mesmo: ter uma bancada superior à do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para isso, Paes busca palanques em todos os municípios do Rio, com o objetivo de se fazer presente e eleger aliados. Em âmbito nacional, com prefeituras espalhadas pelo Brasil, o PSD não deve ter dificuldades para fazer a maior bancada. Em paralelo, Pedro Paulo já se colocou à disposição do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para a composição ao Senado.

Em outra raia, Alessandro Molon é visto como um nome forte para esta missão. Acontece que, no PSB, ele não tem vínculo direto e histórico com Paes. Na visão dos sonhos pessedistas, a chapa apoiaria a candidatura de um nome indicado por Lula (raia na qual Benedita é a favorita) e Pedro Paulo teria a segunda vaga.

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