PSD espera multiplicar bancada na Alerj e na Câmara e vê candidatura ao Senado ganhar força

Com articulação de Eduardo Paes e trégua com Cláudio Castro, partido busca ampliar influência no Rio e projetar protagonismo em 2026

1–2 minutos

Janaína Lisboa

Enquanto a direita vê conflitos pela escolha de um nome para representá-la ao governo em 2026, o PSD avança com Eduardo Paes fazendo reuniões com prefeitos pelo interior do estado, impulsionado pelo “armistício” vivido entre ele e o governador Cláudio Castro. Mas, engana-se quem pensa que os encontros têm tido apenas o objetivo de pavimentar uma candidatura ao governo.

Nos encontros, Paes tem “preparado o terreno” para que o partido amplie sua resentatividade na Alerj, na Câmara dos deputados e, quem sabe, no Senado. Isso porque a legenda que hoje tem 4 deputados do Rio pretende chegar a onze, em Brasília. 

Na Alerj, a ideia é pular de seis para até 15. E, se a ideia é crescer, o partido se apoia nas pesquisas que mostram a tendência dos eleitores que se mostram inclinados a apostar num segundo voto de centro para o Senado. E é nisso que o PSD se apoia para acreditar em candidatura própria à Casa Alta do Congresso.

Até o momento, oficialmente, o partido aguarda as movimentações do Palácio do Planalto para tomar qualquer decisão que impacte nas eleições majoritárias do ano que vem.

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