A expectativa do presidente Jair Bolsonaro (PL) de iniciar a campanha eleitoral livre de polêmicas está ameaçada pelas recentes denúncias envolvendo o Ministério da Educação e um suposto esquema para favorecimento de aliados no repasse de verbas do Fundo Nacional de Desevolvimento da Educação (FNDE).
No início da noite de ontem (7/4), faltava apenas uma assinatura para que fosse atingido o número mínimo exigido para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o escândalo.
Agora há pouco, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou pelo Twitter ter conseguido a 27ª assinatura para criar a CPI do MEC, atingindo o mínimo necessário.
Nas mãos dos opositores, os indícios de irregularidades viraram oportunidade para voltar a desgastar o governo, que vem comemorando uma diminuição da rejeição do eleitorado nas últimas pesquisas eleitorais.
Tal como foi a CPI da Covid-19, os parlamentares acreditam que, neste ano eleitoral, a apuração das irregularidades na pasta da Educação atrairá os olhares para mais um palco contra o atual governo.
Com a CPI, o ex-ministro Milton Ribeiro e os pastores acusados de cobrar suborno para liberar verbas do MEC a prefeituras, que se recusaram a atender convite para depor, serão intimados a comparecer ao Congresso.






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