Em postagem feita em seu perfil na rede social X (antigo Twitter), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), comentou a ação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no Complexo da Maré, nessa terça-feira (13), em que morreu o traficante Thiago da Silva Folly, conhecido como “TH da Maré” (foto), durante confronto: “O vagabundo resistiu à prisão atirando contra os policiais e acabou neutralizado”. A fala foi acompanhada de um vídeo da operação.
Mais um criminoso tirado de circulação! Graças a um forte trabalho de inteligência, a Polícia Militar localizou a liderança de uma das facções que atuam na Maré. O vagabundo resistiu à prisão atirando contra os policiais e acabou neutralizado.
— Cláudio Castro (@claudiocastroRJ) May 13, 2025
“Mais um criminoso tirado de circulação! Graças a um forte trabalho de inteligência”, escreveu o governador. Ele também afirmou que TH da Maré era um traficante perigoso, frequentemente armado, e destacou que o governo estadual vem reforçando investimentos nas forças de segurança pública.
A publicação de Castro já havia acumulado cerca de 200 mil visualizações até o final desta manhã.
Quem era TH da Maré
Thiago da Silva Folly era apontado como um dos principais líderes de uma facção criminosa que atua no Complexo da Maré. Procurado pela Justiça desde 2016, acumulava uma extensa ficha criminal, incluindo acusações de tráfico de drogas, homicídios e participação direta na morte de dois agentes do Bope em julho de 2023.
De acordo com a Polícia Civil, Folly foi morto durante troca de tiros com os policiais. “Ele estava envolvido diretamente na morte de dois policiais do Bope, em julho do ano passado. Com o criminoso foi encontrada uma pistola”, informou a corporação.
A operação foi conduzida com base em informações da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil, com execução do Bope. O objetivo era localizar integrantes da facção e apreender armas e drogas.
Reações divididas
A postura do governador reacende o debate sobre a política de segurança pública adotada no estado. Grupos de direitos humanos criticam o uso recorrente de operações letais em favelas. Já apoiadores do governo veem nas ações um sinal de firmeza diante da criminalidade.





