O corte de 22 profissionais, entre repórteres, editores e até diretores de Jornalismo da Globo, escancarou a nova prioridade do maior conglomerado de comunicação do Brasil: enxugar a folha salarial e acabar com os superpagamentos para profissionais premiados.
Para fechar a conta e manter os lucros da emissora em alto patamar, rostos mais novos passaram a ser preferenciais em telejornais e programas de rede.
Na noite de ontem, após demissões de repórteres renomados (como Marcelo Canellas, Eduardo Tchao, Monica Sanches entre outros) serem noticiadas, Cadu Velloso, chefe de Jornalismo da GloboNews em São Paulo, foi desligado. Leila Sterenberg, que estava no canal de notícias desde seu lançamento, em 1996, também entrou na lista de cortes.
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