GM-Rio fica: nome da Guarda Municipal será mantido pelo prefeito Eduardo Paes

Nome ‘Força de Segurança Armada’ também ‘caiu’ após negociação de vereadores com prefeito

O vice-presidente da Comissão de Constituição e Redação da Câmara do Rio, Dr. Gilberto (SDD), anunciou que a nome da Guarda Municipal será mantido pelo prefeito Eduardo Paes (PSD). Em tom de alívio, o vereador comemorou a decisão do prefeito, após reivindicação dos membros da Casa. Pela proposta inicial o nome da GM-Rio ia mudar para Força de Segurança Municipal do Rio de Janeiro (FSM-RIO). O PLC ainda cria a intitulada, anteriormente, Força de Segurança Armada (FSA), órgão de elite ao qual caberá utilizar armas de fogo e agora deve ser nomeada Divisão de Elite da Guarda.

Apesar de elogiar a manutenção do nome da Guarda, Dr. Gilberto confirmou que continua ‘contrariado’ com a qualidade e constitucionalidade dos projetos enviados pelo Executivo. Ele também criticou colegas que estavam tentando adiar a votação. Para Dr. Gilberto, é “protelar o sofrimento”.

Já Salvino Oliveira (PSD) voltou a chamar o grupamento de “Força de Segurança Municipal”, mesmo depois de Dr. Gilberto ter comentado o acerto via emenda.

Talita Galhardo (PSDB) disse que seria uma “vergonha” tentar manter os nomes criados pelo Executivo e lembrou o caso de São Paulo, que a Justiça impediu a mudança do nome da Guarda Civil Metropolitana para Polícia Municipal de São Paulo. A vereadora ainda falou do acautelamento e pediu coautoria da emenda 66, do Dr. Gilberto, que pede mínimo de 60% de agentes concursados na formação do grupamento armado da GM.

Já Pedro Duarte (Novo), um dos mais criticos do PLC, admitiu que houve evolução com as emendas aprovadas.

“Preciso reconhecer que houve avanços entre a primeira e a segunda votação. Um exemplo foi a aprovação da emenda que garante as câmaras corporais. Outro é em relação à possibilidade de o agente de segurança levar a arma para casa, pois ele é visado quando está em seu horário de lazer também. No entanto, ainda tenho críticas, afinal para onde vão os agendes depois de terminado o contrato temporário? Muitos deles serão aliciados pelo crime. Por isso, meu voto é favorável, com cobranças e críticas”, explicou Duarte, que preside a Comissão de Assuntos Urbanos.

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