Laissa Cristina dos Santos, de 31 anos, encontrada morta dentro de casa no Complexo da Pedreira, Zona Norte do Rio, se preparava para desfilar pela Estação Primeira de Mangueira no domingo (15), na Marquês de Sapucaí.
Amigos estranharam o fato dela não ter comparecido ao desfile e decidiram procurá-la. O corpo foi encontrado na terça-feira (17), em avançado estado de decomposição. A fantasia que ela usaria na apresentação estava intacta em um dos cômodos do imóvel.
O companheiro da vítima se apresentou na 82ª DP (Maricá), na Região Metropolitana, após ser apontado como principal suspeito.
Nas redes sociais, integrantes e torcedores da Mangueira lamentaram a morte e pediram justiça.
“Comprometida e assídua, Laissa dos Santos não conseguiu desfilar pela nossa escola. Nós, torcedores da Mangueira, cobramos que a Justiça elucide o caso e prenda o culpado”, escreveu a página verde e rosa.
Investigação
Em depoimento, o namorado afirmou que teve um desentendimento com a Laissa no sábado (14) e que houve uma briga entre os dois. Ele disse ainda que decidiu procurar a delegacia ao saber da morte.
Familiares da vítima informaram que, no sábado, a cunhada de Laissa tentou contato por telefone. Quem atendeu foi o namorado, e a vítima estava ao lado dele naquele momento.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Jorge Maranhão, titular da 39ª DP (Pavuna) à Agenda do Poder, o suspeito não está preso.
“Não conseguimos prender o suposto suspeito, uma vez que o laudo deu inconclusivo em razão do estado de putrefação. Estamos realizando diligências para apurar as circunstâncias da morte de Laissa. Caso fique comprovado que a morte foi causada por violência, certamente representarei pela prisão de quem a investigação indicar como suspeito.”
Ainda segundo a Polícia Civil, o homem possui antecedentes por roubo e tráfico de drogas. Até o momento, não há informações sobre o sepultamento da vítima.






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