Uma mulher de 40 anos foi morta a facadas na manhã deste domingo (8) no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O crime aconteceu justamente no Dia Internacional da Mulher e teve como vítima Tatiana de Carvalho Paulino.
De acordo com a polícia, o principal suspeito é o ex-namorado da vítima, Alessandro da Silva Carvalho, de 39 anos. Ele teria atacado Tatiana com golpes de faca, atingindo principalmente a região do pescoço.
Mesmo ferida, a mulher conseguiu pedir ajuda a vizinhos logo após a agressão. Ela foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Luzia, no mesmo município, mas não resistiu aos ferimentos.
Investigação aponta motivação ligada a ciúmes
As primeiras informações da investigação indicam que o crime teria sido motivado por ciúmes. Segundo a polícia, o suspeito não aceitava o término do relacionamento com a vítima.
O caso foi acompanhado pelo Grupo Especial de Local de Crime (GELC 4). O delegado adjunto Jan Mertens confirmou os detalhes iniciais da ocorrência e o andamento das investigações.
Após ouvir moradores, vizinhos e familiares da vítima, equipes policiais reuniram informações que ajudaram a identificar possíveis locais onde o suspeito poderia estar escondido.
Suspeito foi localizado após buscas em vários pontos
A partir das informações coletadas, agentes do GELC acionaram equipes de inteligência, do setor de buscas e capturas e da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.
Os policiais realizaram diligências em diversas comunidades da região, além de verificarem a rodoviária de Niterói e um supermercado onde o suspeito trabalharia.
O homem acabou localizado na Comunidade do Sabão, onde foi preso em flagrante cerca de quatro horas após o crime.
Vítima havia completado 40 anos poucos dias antes
Tatiana de Carvalho Paulino havia comemorado o aniversário de 40 anos na última segunda-feira (2), poucos dias antes do crime.
Após a formalização do Auto de Prisão em Flagrante (APF), a polícia solicitou à Justiça a conversão da prisão em preventiva.
O suspeito permanece detido e está à disposição da Justiça enquanto o caso segue sob investigação.
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