O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) acompanhou, nesta quinta-feira (30), o trabalho no Instituto Médico-Legal (IML) para garantir uma perícia independente e oferecer apoio aos familiares das vítimas da megaoperação policial. Equipes do órgão estiveram no local desde a chegada dos corpos, realizando os exames e acolhendo parentes durante o processo de liberação.
A ação faz parte do cumprimento de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos e do Supremo Tribunal Federal, que determinam mais transparência nas investigações de mortes em operações policiais. O trabalho foi feito por uma equipe de oito peritos, com acompanhamento de um promotor do Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública (Gaesp).
Promotores no prédio do Detran
O Núcleo de Apoio às Vítimas (NAV) manteve contato com familiares e organizações da sociedade civil, oferecendo informações, acolhimento e suporte emocional. O órgão também colocou à disposição o Programa de Localização e Identificação de Pessoas Desaparecidas (PLID) para ajudar na identificação de corpos ainda não reconhecidos.
Durante todo o dia, o MPRJ permaneceu no IML e no prédio do Detran, em contato com a Polícia Técnico-Científica e outras instituições, para garantir que os procedimentos fossem realizados com transparência, independência e respeito aos direitos humanos.






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