Mourão desafina de novo e diz que pedir ditadura militar e fechamento do STF é “liberdade de expressão” e não crime previsto na Constituição

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) minimizou, na manhã desta segunda-feira (2/5), os ataques ao Supremo Tribunal Federal e os pedidos de intervenção militar no país (STF) proferidos durante os atos bolsonaristas  desse domingo (1º/5), Dia do Trabalhador. O general classificou o protesto como “liberdade de expressão”, e não considerou crime como previsto na Constituição, mas disse que a…

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) minimizou, na manhã desta segunda-feira (2/5), os ataques ao Supremo Tribunal Federal e os pedidos de intervenção militar no país (STF) proferidos durante os atos bolsonaristas  desse domingo (1º/5), Dia do Trabalhador.

O general classificou o protesto como “liberdade de expressão”, e não considerou crime como previsto na Constituição, mas disse que a “maioria” não concorda com os pedidos feitos.

“Eu acho que isso aí é liberdade de expressão, né? Tem gente que quer isso, mas a imensa maioria do povo não quer. Não é? Normal”, disse Mourão ao ser questionado sobre pedidos de fechamento da Suprema Corte e instauração de regime militar no Brasil.

Perguntado sobre a avaliação dos atos, o vice disse que “foram normais e sem maiores complicações”. “Um pouco mais de gente do lado dos apoiadores do governo. Só isso”, frisou.

O Dia do Trabalhador deste ano foi palco de uma disputa de militâncias políticas em manifestações pelo país. Os principais atos aconteceram em São Paulo e Brasília e tiveram a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL), que discursou a seus apoiadores por vídeo, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participou de evento organizado por centrais sindicais no centro da capital paulista.

Deixe um comentário

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading