Modelo brasileiro é encontrado morto em Paris após dias sem contato

Rafael Pereira Modesto tinha 39 anos e morava na capital francesa. Família busca recursos para trazer o corpo a Uberlândia

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O silêncio de Rafael Pereira Modesto, que costumava conversar frequentemente com a família no Brasil, levou os parentes a pedir que uma amiga o procurasse em Paris. No sábado (31), policiais e bombeiros entraram no apartamento onde o modelo e estilista morava e encontraram seu corpo. Ele tinha 39 anos e estava sem contato com os familiares desde 23 de outubro, segundo relato da família ao g1.

Natural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Rafael deixou o Brasil aos 18 anos. Viveu em diferentes lugares da Europa antes de se estabelecer na capital francesa, onde foi encontrado morto. A localização do corpo também foi noticiada pela imprensa de sua cidade natal.

Agora, os familiares se mobilizam para custear o traslado ao Brasil. A estimativa é de que os procedimentos e o transporte fiquem próximos de R$ 50 mil. O desejo da família é realizar o velório e o sepultamento em Uberlândia.

Falta de notícias mobilizou familiares

A madrasta do modelo, Juliana Costa, contou ao g1 que Rafael mantinha contato diário ou, no máximo, a cada dois dias com pessoas próximas. Entre elas estavam a mãe, a irmã e a avó.

Depois de uma semana sem notícias, os parentes pediram ajuda a uma amiga que vive na França. Ela foi ao apartamento e tentou entrar em contato com o brasileiro. Como ficou sem resposta, acionou os bombeiros e a polícia.

Os agentes arrombaram a porta e localizaram o corpo dentro do imóvel. Segundo os familiares, até a publicação da reportagem de origem, eles ainda aguardavam informações oficiais sobre a causa da morte.

Família busca ajuda para o traslado

Os parentes estão arrecadando doações por Pix para viabilizar o retorno do corpo. Além do custo, a família busca apoio para lidar com os procedimentos necessários na França.

“Nosso objetivo nesse momento é conseguir trazer o corpo dele de volta”, afirmou Juliana ao g1. A madrasta também pediu auxílio do governo brasileiro para orientar e ajudar a resolver as questões relacionadas ao traslado.

O Ministério das Relações Exteriores foi procurado para informar quais medidas foram adotadas no caso. A pasta ainda não havia respondido até a atualização da reportagem.

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