O ex-presidente e candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, admitiu nesta quinta-feira (25), em entrevista ao Jornal Nacional, erros da ex-presidente Dilma Rousseff na economia. Lula ainda chamou o orçamento secreto de “escárnio” e disse que deseja pacificar o país. Lula é o terceiro candidato a ser entrevistado nesta semana pelo JN. O ex-presidente falou sobre pacificar o país quando foi questionado sobre MST. Ao dizer que o MST não é mais o mesmo de 30 anos atrás, ele emendou com uma fala de que fazendeiros apoiam o presidente Jair Bolsonaro Bolsonaro porque o chefe do executivo está facilitando acesso a armas de fogo no campo.
Questionado se adotaria a política econômica de seus mandatos ou se aplicaria ideias do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, sua aliada e sucessora, Lula reconheceu erros da gestão da presidente. “Eu acho que a Dilma cometeu equívoco na questão da gasolina, ela sabe que eu penso isso. Acho que cometeram equívoco na hora que fizeram 540 bilhões de desoneração e isenção fiscal de 2011 a 2040, sabe”, disse Lula.
Outro tema tratado na entrevista foi o orçamento secreto. Lula chamou a prática de “escárnio”. “Hoje não é só o presidente da república, não. Os governadores do estado estão refém dessas emendas secretas também. Porque antigamente o deputado ia conversar com o governador pra fazer a aplicação de verba. Hoje os deputados não conversam mais. Tem deputado liberando duzentos milhão, cento e cinquenta milhões, cem milhões. Isso é um escárnio. Isso não é democracia”, argumentou Lula.






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