Justiça nega liberdade a Rogério Andrade e mantém Regime Disciplinar Diferenciado

Contraventor, acusado de mandar matar rival, aguarda transferência para presídio federal de segurança máxima

A Justiça do Rio de Janeiro negou dois pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa do bicheiro Rogério de Andrade, mantendo-o preso no Complexo de Gericinó. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) recusou a solicitação de revogação de sua prisão preventiva, determinada na última terça-feira, além de negar o pedido de suspensão de sua inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A decisão foi proferida pela desembargadora Elizabete Alves de Aguiar, da 8ª Câmara Criminal do TJRJ.

Rogério de Andrade foi detido durante a Operação Último Ato, conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ). Ele é suspeito de ser o mandante do assassinato de Fernando de Miranda Iggnácio, seu antigo rival e genro do falecido banqueiro do jogo do bicho Castor de Andrade. As investigações apontam que Andrade e Iggnácio disputavam o espólio do contraventor Castor de Andrade, que morreu em 1997.

A Secretaria Nacional de Políticas Penais, vinculada ao Ministério da Justiça, recebeu do TJRJ a solicitação para transferir Rogério para um presídio federal de segurança máxima, onde ele será submetido ao RDD. O processo de transferência ainda depende de detalhes logísticos, incluindo escolta e transporte, organizados com apoio da Polícia Federal.

Com informações de O Globo

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