A candidata da UP ao governo do Rio, Juliete Pantoja, defendeu nesta quarta-feira (9) a ampliação das políticas públicas de proteção às mulheres em situação de violência. Entre as medidas apresentadas estão a criação de casas-abrigo e a oferta de aluguel social para vítimas que precisam deixar suas residências.
As propostas foram defendidas durante a participação da candidata no ato Pátria sem Feminicídios e sem Estupros, que o ato da noite o Pátria Sem Feminicídios e Sem Estupros, convocado pelo Movimento de Mulheres Olga Benário, e realizado no início da noite no Centro do Rio. A manifestação encerrou uma agenda que incluiu atividades de campanha e uma cerimônia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Proteção para mulheres vítimas de violência
Durante o ato no Centro, Juliete defendeu o fortalecimento da rede pública de enfrentamento à violência contra as mulheres, com atenção especial àquelas que precisam se afastar de casa por questões de segurança.
A candidata apontou a criação de casas-abrigo como uma das medidas necessárias para acolher mulheres ameaçadas ou vítimas de agressões. Também defendeu a adoção de políticas de aluguel social para garantir condições de moradia às mulheres que não possam permanecer no mesmo endereço de seus agressores.
As medidas, segundo a proposta apresentada durante a atividade, fariam parte de uma política mais ampla de enfrentamento à violência de gênero no estado.
Campanha passa pela Uerj e Carioca
A agenda de Juliete começou pela manhã com uma ação de campanha nas proximidades da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã. A candidata participou de uma panfletagem na região.
Ao meio-dia, Juliete seguiu para a Carioca, no Centro, onde realizou uma nova atividade de distribuição de material de campanha e contato com eleitores.
As duas ações fizeram parte da estratégia da candidatura de intensificar a presença nas ruas durante a campanha para o governo estadual.
Homenagem a vítimas da ditadura na UFRJ
À tarde, Juliete compareceu ao ato de diplomação simbólica de 24 estudantes e três professores da UFRJ assassinados ou desaparecidos durante a ditadura militar.
A participação na cerimônia antecedeu a última atividade pública da candidata nesta quarta-feira, o ato contra feminicídios e estupros no Centro.







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