Incitado por Bolsonaro, grupo de civis armados quer criar partido e já tem 34 candidatos à eleição de outubro

Além de estimular a compra de armas por civis com plena liberdade e sem fiscalização, o presidente Jair Bolsonaro também os está inspirando a entrar na política partidária e parlamentar. É o que relata o Estadão. O grupo dos chamados CACs, formado por caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo, considerado o maior grupo…

Além de estimular a compra de armas por civis com plena liberdade e sem fiscalização, o presidente Jair Bolsonaro também os está inspirando a entrar na política partidária e parlamentar.

É o que relata o Estadão.

O grupo dos chamados CACs, formado por caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo, considerado o maior grupo civil armado do país, se articula para formar uma bancada no Congresso Nacional a partir de 2023. 

Em todo o país existem 34 pré-candidaturas a deputado federal, senador e governador, além de outros 23 pré-candidatos aos legislativos aos legislativos estaduais e do Distrito Federal ligados à Associação Proarmas, a mais representativa da classe. 

O grupo também pretende criar um partido político. 

Estimulado pela corrida armamentista defendida por Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores, o número de integrantes dos CACs registrado no país explodiu nos últimos anos e já supera o efeito das polícias militares e até das Forças Armadas. 

Os CACs, que em 2018 contabilizavam 117.467, já chegam a 673.818 inscritos até meados deste ano. “O montante supera todos os 406 mil policiais militares da ativa que atuam em todo o País e ainda é maior que o efetivo de cerca de 360 mil homens das Forças Armadas”, destaca a reportagem.

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