A reabertura da sessão desta terça-feira (3) para votar o Projeto de Lei Complementar )PLC) da criação da Força de Segurança Armada, foi marcada por bate-boca do presidente da Comissão de Constituição e Redação (CCR), Dr. Gilberto (SDD), com outros vereadores da base governista. Ele disse que votou contra a constitucionalidade do PLC por achar que a matéria fere a Constituição Federal. Dr. Gilberto porém foi voto vencido na Comissão, o que fez com que a tramitação do projeto fosse liberada.
Ao defender a proposta em plenário, o líder do Governo, Márcio Ribeiro (PSD), permitiu que vereadores contrários ao PLC como Rick Azevedo (PSOL) e Pedro Duarte (Novo), usassem a palavra. O psolista criticou a postura de Flávio Valle (PSD) em divulgar lista de assinantes do documento na internet, da qual o parlamentar integra por ser contrário à demanda do Executivo.
Valle ainda foi alvo de reclamações pelo uso da tribuna, por poucos segundos, na suposta tentativa de impedir outros vereadores de se posicionar ao microfone. Um deles foi Duarte, que precisou recorrer ao líder do governo. A atitude de Valle também foi questionada pelo líder do PL, Dr. Rogério Amorim.
Já a líder de PSOL, Thais Ferreira, ironizou a estratégia de Valle, dizendo que o “parlamento virou um calamento”, pois usou ferramenta do uso do tempo para impedir a discussão ampla da proposta.





