O secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, anunciou no início da tarde de hoje, 11/04, o afastamento do subsecretário de saúde, Gabriel Neves, responsável por contratações suspeitas, sem licitação, durante a pandemia. Foram 11 contratações que somavam R$ 1 bilhão.
Ontem, o Governo do estado abriu sindicância para apurar a imposição de sigilo em documentos sobre contratações emergenciais para o combate ao novo coronavírus.
A medida foi tomada após a Folha de São Paulo revelar nesta quinta que a organização social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde), com um histórico de má gestão em unidades de saúde, foi contratada por R$ 835 milhões para construir e administrar os 1.400 leitos dos sete hospitais de campanha no estado.
Além da contratação do Iabas, também se tornaram sigilosos processos que tratam da compra de respiradores, máscaras, testes rápidos, entre outros equipamentos para o combate à pandemia.
Os documentos do processo administrativo da contratação emergencial não estavam disponíveis no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), como estavam na quarta (8). Eles já estão disponíveis novamente.






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