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GM armada: Após Borel se queixar de ausência de previdência social, Caiado se reúne com agentes

Presidente abre a casa para grupo ser ouvido por vereadores selecionados e deixa contrários de fora do encontro

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A audiência pública sobre a Força de Segurança Municipal ainda repercute entre os parlamentares mesmo depois de quatro horas de sessão. Na manhã desta quinta-feira, o presidente da Câmara Carlo Caiado (PSD) promoveu uma reunião com um grupo de vereadores que não teria se posicionado contra os dois projetos do Executivo.

Oposição e parte contrária da base governista ficaram de fora do encontro, que foi às portas fechadas. Na lista de não-convidados, estão membros da Comissão de Segurança, inclusive o presidente da Comissão de Segurança e líder do PL, Rogério Amorim (PL), como também os polêmicos e desgarrados do ninho de Paes Talita Gualhardo (PSDB) e Felipe Boró (PSD).

Outra ausência sentida foi do vereador Leniel Borel (PP), primeiro a levantar a lebre da falta de direitos para guarda nos projetos, inclusive de uma previdência social própria durante o período de serviço tanto em caso de licenças por tiro como de falecimento, como também não ter um jurídico para resguardar os temporários que prestarão serviço, mas o pai de Henry Borel garante que participaria se fosse convidado.

Presidente da Comissão de Assuntos Urbanos e oposição de Paes, assim como Amorim, Pedro Duarte (NOVO) também não integrou a mesa de convidados de Caiado e fontes dizem que o novista não teria sido chamado, assim como a bancada bolsonarista, inclusive, Amorim.

Na lista dos presentes, além de Caiado, estavam Deangeles Percy (PSD), Dr. Gilberto (SDD), Willian Coelho (DC), Átila Nunes (PSD), Flávio Valle (PSD), Welington Dias (PDT) e Rosa Fernandes (PSD), esta última decana e antiga aliada de Paes.

Na audiência realizada um dia antes, alguns agentes do Rio e de fora falaram ao microfone, mas sem nenhuma interação direta com os vereadores. Um dos ouvidos foi o guarda municipal de carreira e ex-vereador e ex-deputado federal Jones Moura (PSD), que hoje é liderança sindical da categoria.

Questionada, a assessoria da Câmara do Rio declarou que os grupos de guardas pediram para se reunir com o presidente. “As portas da presidência estavam abertas a quem quisesse participar, como sempre”, replica.

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