247 — Joseph Stiglitz, professor da Universidade de Columbia (EUA) e vencedor do prêmio Nobel de economia em 2001, qualificou a taxa de juros básica do Brasil, atualmente em 13,75% ao ano, como “chocante” e uma “pena de morte” para a economia.
O economista, que participou do seminário “Estratégias de Desenvolvimento Sustentável para o Século XXI”, promovido pelo BNDES em parceria com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), criticou o Banco Central por manter a taxa de juros elevada para conter a inflação sem levar em consideração as necessidades de investimentos do país. “Um Banco Central independente e com mandato só para inflação não é o melhor arranjo para o bem-estar do país como um todo”, disse.
Stiglitz também disse que o cenário econômico brasileiro piorou nos últimos quatro anos porque o Brasil teve um “presidente não indutor de crescimento econonômico”, em referência ao governo Jair Bolsonaro (PL).






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