A dois dias da definição da Selic, a taxa de juros básica da economia, seminário organizado pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, virou trincheira de ataque ao atual nível de juros, considerado pelo governo um obstáculo para o crescimento da economia.
A Selic está estacionada em 13,75% desde agosto e há pressão do governo para que seja revista na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central que começa hoje. A decisão sobre a manutenção ou eventual mudança da taxa sairá amanhã à tarde.
O vice-presidente Geraldo Alckmin puxou a fila de críticas no seminário, cujo objetivo original anunciado era discutir regras fiscais vigentes no mundo. O economista Joseph Stiglitz, prêmio Nobel em 2001, definiu o juro no Brasil como “chocante” e uma “pena de morte”.





