Ao invés de 15 dias corridos, cinco espaçados da prática: Mesmo sendo dois projetos dos mais importantes aferidos pela Comissão de Segurança Pública na história da Câmara do Rio, o material referente à criação da Força de Segurança Municipal como também ao armamento do grupamento poderá ser apreciado em cinco ou até quatro dias, dependendo do horário que for entregue no dia 16 de abril, véspera da quinta-feira da Semana Santa.
Tudo porque o prazo de entrega, marcado para o dia 30 do mesmo mês, tem pelo caminho o “feriadão de abril” e, no caso da Câmara, pode começar já dia 17, quando é celebrada a quinta-feira da Paixão, data que o município tradicionalmente declara ponto facultativo.
Em geral, como são 15 dias corridos para cada comissão, o ‘normal‘ é que seja apreciado em 10 ou até 11 dias, dobro do que será feito na vez da Comissão de Segurança, que além de ser liderada pelo bolsonarista Rogério Amorim (PL), ainda conta com vereadores da base contrários a ambos.
Em trâmite desde o dia 11, os projetos foram enviados pelo Executivo fora do caráter de urgência e assim seguem, desde então, para avaliação por cada comissão que trata dos temas também no prazo de 15 dias.
Enquanto isso, a meta de entregar 600 agentes por ano e 4,2 mil até 2028 deve atrasar por si só, já que os projetos deveriam ser votados em menos de três meses, período que antecede o recesso de julho, como também a Prefeitura formar a primeira turma até o fim do ano e, assim, fechar a conta apresentada pela Casa Civil carioca.
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