Flávio Bolsonaro: Marinho lamenta possível saída e cobra liderança

Coordenador da campanha derrotada, senador disse desconhecer o paradeiro do aliado e afirmou que não foi consultado sobre uma eventual viagem

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A possível saída de Flávio Bolsonaro do Brasil surpreendeu até o coordenador de sua campanha presidencial. Rogério Marinho afirmou que não foi consultado sobre uma eventual viagem e disse que esperava do aliado um papel de liderança após a derrota nas urnas.

Marinho relatou ter conversado com Flávio pela manhã de segunda-feira (26). Segundo ele, o senador pediu “um tempo” para descansar depois da campanha. A conversa, porém, não esclareceu onde o parlamentar estava nem quais seriam seus próximos passos.

Ao comentar a possibilidade de o aliado ter deixado o país, Marinho demonstrou compreensão, mas evitou manifestar apoio à decisão.

“Então até compreendo caso Flávio tenha saído do Brasil. Não digo que concordo porque não fui consultado”, declarou.

Expectativa de liderança

O coordenador da campanha afirmou que esperava que Flávio assumisse uma posição de liderança política depois da disputa presidencial. A declaração expressa a expectativa de que o candidato derrotado continuasse à frente da articulação de seus apoiadores.

Marinho, entretanto, não confirmou que o senador tivesse deixado o Brasil. Também não informou um possível destino nem apresentou detalhes sobre uma eventual viagem.

Pedido de descanso

Segundo o relato de Marinho, Flávio manifestou a necessidade de interromper temporariamente a rotina para descansar. O pedido foi feito em meio às discussões sobre os próximos movimentos políticos do senador após o resultado eleitoral.

A solicitação de uma pausa, conforme relatada pelo coordenador, não veio acompanhada de informações sobre deslocamentos ou sobre quanto tempo o aliado pretendia permanecer afastado.

Paradeiro desconhecido

Marinho afirmou desconhecer o paradeiro de Flávio naquele momento. Assim, suas declarações não confirmavam a saída do senador do território brasileiro.

Ao distinguir compreensão de concordância, o coordenador deixou claro que uma eventual decisão de viajar não havia sido discutida com ele.

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