O malabarismo de Eduardo Eugênio Gouveia Vieira para se manter no poder por inacreditáveis 25 anos está produzindo um danoso efeito colateral a sua candidatura a mais uma reeleição à presidência da Firjan. Tal qual ocorre nos reinados longevos, a perpetuação de EEGG no poder tem retirado a transparência da gestão; criaram-se vícios, favorecimentos e vantagens que corroeram ao longo dos anos a impessoalidade da administração.
Recentemente, a entidade viu-se mergulhada numa crise aparentemente absurda, resultado da tentativa da atual diretoria de escamotear parte dos gastos com seus dirigentes. O presidente se negou a prestar esclarecimentos ao Conselho Fiscal, órgão que tem a obrigação estatutária de fiscalizar a gestão financeira, sobre contratos e valores dispendidos nas áreas de “Segurança” e de “Assessoria e Consultoria”.
Sob tais rubricas, estariam gastos com a contratação do misterioso assessor da presidência, Augusto Franco, além de despesas com equipes de segurança nas residências de EEGG no Rio e em Petrópolis. A negativa levou um integrante do conselho a judicializar o pedido de informação.
Na próxima segunda-feira, 17/08, os 110 sindicatos filiados à Firjan irão decidir se renovam o mandato já quase dinástico de Eduardo Eugênio ou se se permitem inaugurar a renovação representada pela candidatura da presidente da Associação Comercial, Ângela Costa.
Falta de transparência fragiliza gestão de Eduardo Eugênio na Firjan
O malabarismo de Eduardo Eugênio Gouveia Vieira para se manter no poder por inacreditáveis 25 anos está produzindo um danoso efeito colateral a sua candidatura a mais uma reeleição à presidência da Firjan. Tal qual ocorre nos reinados longevos, a perpetuação de EEGG no poder tem retirado a transparência da gestão; criaram-se vícios, favorecimentos e…






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