O Exército e as polícias de São Paulo e do Rio de Janeiro ainda procuram as últimas quatro das 21 metralhadoras antiaéreas que foram furtadas em setembro, em um quartel militar em Barueri, na Grande São Paulo. Todas as que faltam ser encontradas são .50, capazes de derrubar helicópteros. A polícia dos dois estados acredita que elas iriam para facções criminosas paulistas e fluminenses.
Até agora, 17 das 21 armas desviadas do Arsenal de Guerra da cidade foram encontradas e recuperadas pelas polícias. O desaparecimento das 13 metralhadoras calibre .50 e oito metralhadoras calibre 7,62 foi detectado no dia 10 de outubro durante inspeção no paiol. Segundo a instituição, as armas são “inservíveis” e estavam passando por manutenção.
Desde então, o Comando Militar do Sudeste (CMSE) investiga o caso internamente e confirmou o envolvimento de três militares no crime. Parte desse grupo suspeito, que já foi identificado, está entre os cerca de 160 militares “aquartelados”, proibidos de deixarem o quartel em Barueri.
Aproximadamente 50 militares já foram ouvidos, mas não necessariamente todos são investigados. Caso sejam punidos, os militares podem ser presos e expulsos do Exército. A suspeita é a de que eles tenham sido cooptados por membros de facções criminosas para retirarem as armas do Arsenal de Guerra durante o feriado de 7 de setembro. Os envolvidos teriam participado de um grupo que negociou a venda do armamento para os bandidos.
Na última quinta-feira (19), oito metralhadoras (quatro delas calibre .50 e as outras quatro 7,62) foram encontradas abandonadas pela Polícia Civil fluminense na capital do Rio de Janeiro. Na sexta-feira (20) mais nove armas (cinco .50 e quatro 7,62) foram localizadas, dessa vez pela Polícia Civil paulista, em São Roque, no interior de São Paulo.
Agora, as autoridades das forças de segurança e das forças armadas procuram as quatro metralhadoras que restam, todas calibre .50.
Aproximadamente 50 militares já foram ouvidos, mas não necessariamente todos são investigados. Caso sejam punidos, os militares podem ser presos e expulsos do Exército. A suspeita é a de que eles tenham sido cooptados por membros de facções criminosas para retirarem as armas do Arsenal de Guerra durante o feriado de 7 de setembro. Os envolvidos teriam participado de um grupo que negociou a venda do armamento para os bandidos.
Na última quinta-feira (19), oito metralhadoras (quatro delas calibre .50 e as outras quatro 7,62) foram encontradas abandonadas pela Polícia Civil fluminense na capital do Rio de Janeiro. Na sexta-feira (20) mais nove armas (cinco .50 e quatro 7,62) foram localizadas, dessa vez pela Polícia Civil paulista, em São Roque, no interior de São Paulo.
Agora, as autoridades das forças de segurança e das forças armadas procuram as quatro metralhadoras calibre .50 que restam.
Com informações do G1.





