Uma alteração feita pelo Exército Brasileiro nas barreiras de proteção instaladas em frente ao Quartel-General (QG) em Brasília ampliou a área onde manifestantes pró-Bolsonaro estão acampados desde o fim das eleições, em 30 de outubro.
Além disso, na prática, as barreiras podem dificultar o acesso ao local de autoridades de segurança que não pertençam ao Exército. Isto pode servir como uma proteção aos acampados, entre os quais, segundo informa a PM, estariam parte dos manifestantes que promoveram atentados na cidade na segunda-feira.
A equipe do Metrópoles percebeu que, na quarta-feira (14/12), houve uma mudança no controle de trânsito de veículos da área. Agora, a barreira física está mais distante do centro do acampamento, ou seja, foi aberto mais espaço para circulação no local onde os manifestantes estão.
Anteriormente, alguns militares apenas auxiliavam o intenso fluxo de veículos e pessoas que rondavam o acampamento, sem o controle do acesso por uma espécie de “portaria” improvisada. A entrada pela via foi negada à reportagem, com a justificativa de que seriam “ordens do general”.





