Estudo indica que quem se vacinou com a Coronavac pode precisar de duas doses de reforço, e não apenas uma

Um estudo publicado na plataforma medRxic sugere que as pessoas imunizadas com o esquema completo (duas doses) da vacina Coronavac precisam receber mais duas doses da vacina Pfizer para que atinjam uma proteção adequada contra a variante Ômicron do coronavírus. De acordo com o trabalho realizado por pesquisadores da Universidade de Yale, dos Estados Unidos,…

Um estudo publicado na plataforma medRxic sugere que as pessoas imunizadas com o esquema completo (duas doses) da vacina Coronavac precisam receber mais duas doses da vacina Pfizer para que atinjam uma proteção adequada contra a variante Ômicron do coronavírus.

De acordo com o trabalho realizado por pesquisadores da Universidade de Yale, dos Estados Unidos, e do Ministério da Saúde da República Dominicana, o esquema de duas doses da Coronavac mais uma de Pfizer gerou uma resposta de anticorpos 6,3 vezes menor contra a Ômicron. Quando comparado à resposta de anticorpos da Delta, o resultado também foi 2,7 vezes menor.

O grupo de pesquisadores também analisou amostras de pessoas que receberam apenas duas doses da vacina e, nestes casos, não houve neutralização contra a ômicron.

Em sua conta no Twitter, a professora Akiko Iwasaki, da Universidade de Yale, afirmou: “Os que receberam Coronavac podem precisar de 2 doses de reforço adicionais para atingir os níveis necessários contra a Ômicron.” Ela é uma das líderes do estudo.

No Brasil, a Coronavac é fabricada e distribuída pelo Instituto Butantan e foi a primeira vacina a ser aplicada em profissionais de saúde e em idosos.

(Do Metropoles)

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