A história política dos Estados Unidos é marcada por vários episódios de violência contra presidentes e candidatos à presidência. Esse histórico inclui tentativas de assassinato e assassinatos bem-sucedidos, ressaltando os riscos inerentes à posição mais alta do país. Aqui estão alguns dos incidentes mais notórios:
Abraham Lincoln: Assassinado por John Wilkes Booth em 14 de abril de 1865, no Teatro Ford, em Washington, D.C.
James A. Garfield: Baleado por Charles J. Guiteau em 2 de julho de 1881, na estação ferroviária de Washington, D.C. Garfield morreu em 19 de setembro de 1881 devido aos ferimentos.
William McKinley: Baleado por Leon Czolgosz em 6 de setembro de 1901, durante uma exposição em Buffalo, Nova York. McKinley morreu em 14 de setembro de 1901.
Theodore Roosevelt: Baleado em 14 de outubro de 1912, enquanto fazia campanha em Milwaukee, Wisconsin. Roosevelt sobreviveu e continuou seu discurso.
Franklin D. Roosevelt: Alvo de um atentado em 15 de fevereiro de 1933, em Miami, Flórida. O prefeito de Chicago, Anton Cermak, foi baleado e morreu em decorrência dos ferimentos.
John F. Kennedy: Assassinado por Lee Harvey Oswald em 22 de novembro de 1963, em Dallas, Texas.
Robert Kennedy: irmão de John Kennedy, foi baleado em 5 de de junho de 1968 no Ambassador Hotel em Los Angeles, onde comemorava os resultados das eleições da prévia dos Democratas. Morreu na manhã seguinte.
Gerald Ford: Alvo de duas tentativas de assassinato em setembro de 1975, por Lynette “Squeaky” Fromme e Sara Jane Moore. Ford saiu ileso em ambas as tentativas.
Ronald Reagan: Baleado por John Hinckley Jr. em 30 de março de 1981, em Washington, D.C. Reagan sobreviveu ao ataque.
George Wallace: Candidato à presidência em 1972, foi baleado por Arthur Bremer em 15 de maio de 1972, em Laurel, Maryland. Wallace ficou paralítico devido aos ferimentos.
Impacto e Reflexões
Esses episódios trágicos destacam os perigos enfrentados pelos líderes políticos nos Estados Unidos. As tentativas de assassinato e os assassinatos bem-sucedidos têm moldado a história do país, influenciando políticas de segurança e a percepção pública da vulnerabilidade dos presidentes e candidatos.
Com informações da CNN Brasil





