Uma história de amor, que fala de aceitação, acolhimento, visibilidade e distorção de valores. A peça “Cama de gato”, escrita por Max Mendes e dirigida por Marcio Vieira, aborda temas inquietantes e abre espaço para um debate mais amplo sobre transfobia.
O espetáculo esteve em cartaz em 2017, no Rio de janeiro, em duas temporadas, na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana e no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes.
Agora, apoiado no Fomento de Cultura Carioca (FOCA 2022), fará uma breve circulação, com apresentações gratuitas, por bairros da cidade.
A exemplo da brincadeira feita com barbantes, “Cama de gato”, tece uma trama que envolve três amigos, garotos de programa, que moram num condomínio em Copacabana. Com a chegada de uma misteriosa trans, hostilidade e discriminação se tornam evidentes, mesmo sendo eles gays, revelando a vulnerabilidade de pessoas transexuais e travestis dentro da comunidade LGBTQIAPN+.
” Se toda população abrir os olhos para os padrões patriarcais que estão impregnados na nossa maneira de pensar, agir e viver, construíremos uma sociedade igualitária”, diz Max Mendes, autor do texto.
Para o diretor Márcio Vieira, trazer esse assunto à tona é fundamental.
“A principal proposta, acredito eu, dos produtores, do autor, minha e do elenco, seria desmistificar através da arte esse conceito tão negativo, às vezes, marginalizado de um tema ainda pouco falado e, até mesmo, entendido por muitos”.
O espetáculo será apresentado em quatro arenas cariocas por bairros do subúrbio do Rio.
Apresentações:
14/4, às 19:00 – Arena Carioca Jovelina Pérola Negra – Praça Ênio, s/n – Pavuna
19/4, às 19:30 – Areninha Carioca Gilberto Gil – Av. Marechal Fontenele, 5000 – Realengo
21/4, às 17:30 e às 19:30- Arena Carioca Fernando Torres – R. Bernardino de Andrade, 200 -Parque Madureira
09/5, às 20:00 – Areninha Carioca Renato Russo – Parque Poeta Manuel Bandeira, SN – Aterro do Cocotá – Ilha do Governador





