A cantora Ana Carolina acaba de inaugurar a versão de 2022 da “Escolha difícil”, invenção estapafúrdia e desmoralizante do jornal Estado de S. Paulo, às vésperas da eleição de 2018, quando em editorial de primeira página colocou Jair Bolsonaro no mesmo nível de Fernando Haddad – dando no que deu.
A cantora, há algum tempo fora do circuito, reapareceu ontem num camarote da Sapucai e disse à colunista Mônica Bergamo que não sabe em quem vai votar para presidente.
Entre um presidente grosseiramente homofóbico e Lula, a artista assumidamente gay se declara indecisa!
O máximo a que chega é dizer “ele não”.
Mesmo sabendo que, a não ser que todas as pesquisas estejam erradas, apenas Lula tem condições de impedir a reeleição do homofóbico, racista e defensor da tortura e de torturadores Jair Bolsonaro.
Ana Carolina é neutra.
O bispo Desmond Tutu, nobel da paz, definiu muito bem esta atitude:
“Se você fica neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor.”






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