A Uneafro Brasil e o Instituto de Referência Negra Peregum acionaram o Ministério Público do Paraná pedindo o fechamento da AlfaCon, empresa que oferece cursos preparatórios para o ingresso na Polícia Rodoviária Federal e outros órgãos públicos e que estimula a prática de tortura, como a que resultou na morte de Genivaldo Alves de Jesus. Genivaldo foi morto em uma espécie de “câmara de gás” improvisada no porta-malas de uma viatura da PRF na cidade de Umbaúba, em Sergipe, na quarta-feira (25).
De acordo com a coluna do jornalista Guilherme Amado, do site Metrópoles, “as entidades pediram também a responsabilização criminal de Evandro Guedes, o dono da Alfacon, por incitação ao crime e racismo. Guedes, que é ex-policial militar e se diz candidato ao Senado pelo PL, já disse falas racistas e violentas em uma de suas aulas. Numa delas, disse que ‘descobriu que gosta de bater nas pessoas’”.
A ação também pede que todos os vídeos das aulas sejam deletados de todos os perfis do curso, além dos perfis dos professores e demais sócios da empresa.






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