Empresa recebeu R$ 9,9 milhões antecipados mas não entregou respirador

Preso na manhã de hoje no âmbito da Operação Mercadores do Caos, Aurino Batista de Souza Filho é dono da A2A, pequena empresa de informática com capital de R$ 20 mil, sediada em um apartamento residencial, no centro do Rio. Foi dela que partiu a única proposta, prontamente aceita pela Secretaria Estadual de Saúde, para…

Preso na manhã de hoje no âmbito da Operação Mercadores do Caos, Aurino Batista de Souza Filho é dono da A2A, pequena empresa de informática com capital de R$ 20 mil, sediada em um apartamento residencial, no centro do Rio. Foi dela que partiu a única proposta, prontamente aceita pela Secretaria Estadual de Saúde, para fornecer 300 ventiladores pulmonares por R$ 60 milhões, sem licitação. A empresa recebeu antecipadamente R$ 9,9 milhões pelo serviço, mas nunca entregou nem parte dos materiais. A informação é de Luiz Vassallo, da revista Crusoé.

A ação do Ministério Público do Rio e da Polícia Civil que deteve Aurino também prendeu o ex-subsecretário de Saúde, Gabriell Neves, exonerado após denúncias de superfaturamento na pasta, em meio à pandemia da Covid-19. Neves assina o processo que contratou a A2A.

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