O cantor Ed Motta foi intimado a prestar depoimento sobre a confusão ocorrida em um restaurante na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo informações do g1, a intimação foi recebida por sua esposa, Edna, que informou aos policiais que o artista está viajando. O depoimento foi agendado para a próxima terça-feira (12).
O caso foi registrado na 15ª DP, na Gávea, inicialmente como lesão corporal. Além do cantor, Diogo Coutinho do Couto, que o acompanhava no jantar, também foi chamado para depor. A investigação busca esclarecer a sequência de eventos que resultou em agressões dentro do estabelecimento.
Relatos apontam agressões e arremesso de objetos
De acordo com o depoimento de um homem que estava na mesa ao lado, ele teria sido atingido com um soco por um dos integrantes do grupo de Motta e sofreu um ferimento na cabeça após uma garrafa ser arremessada, necessitando de sete pontos. No momento da confusão, havia apenas duas mesas ocupadas: a do cantor, com seis acompanhantes, e a de um casal.
Testemunhas relataram ainda que, ao deixar o restaurante, o artista teria arremessado uma cadeira no salão. O objeto teria quicado e atingido de raspão um garçom. Na saída, Motta também esbarrou na bolsa de uma mulher na mesa vizinha, derrubando-a.
Cantor admite excesso, mas contesta versão
Em declaração ao Globo, Ed Motta reconheceu que se exaltou durante o episódio, mas negou ter direcionado objetos a qualquer pessoa. “Toda a confusão começou comigo. Fiquei irritado e me descontrolei. Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei em direção a ninguém”, afirmou.
O cantor também disse que soube posteriormente que a briga continuou após sua saída. Segundo ele, integrantes de sua mesa teriam ido se desculpar com o casal ao lado, quando teriam sido alvo de ofensas. “Foram as pessoas na mesa ao lado que ofenderam meus amigos, inclusive com ofensas homofóbicas e xenofóbicas”, declarou.
Confusão continuou após saída do artista
Relatos dos donos do restaurante indicam que, cerca de dez minutos após a saída do cantor, a discussão evoluiu para agressões físicas entre os grupos. Eles afirmam que um cliente foi atingido por um soco e que uma garrafa de vinho foi arremessada contra sua cabeça, provocando sangramento imediato.
A Polícia Civil investiga o caso e deve ouvir as partes envolvidas nos próximos dias para esclarecer as circunstâncias da confusão e eventuais responsabilidades.






Deixe um comentário