O prefeito do Rio, Eduardo Paes, reagiu com duras críticas à movimentação de partidos ligados à coligação do deputado Douglas Ruas no Congresso Nacional. Esses parlamentares ameaçam obstruir a pauta, caso a linha sucessória no governo estadual não seja respeitada. Eles querem que Ruas, presidente da Alerj, assuma o comando do Paládio Guanabara. Por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, o desembargador Ricardo Couto permanece como governador interino.
Integram esse movimento o senador Carlos Portinho e os deputados Doutor Luizinho, Tereza Cristina, Pedro Lucas Fernandes e Dorinha Seabra , entre outros.
Em publicação nas redes sociais, Paes diz que os aliados de Ruas estão incomodados com as iniciativas de moralização tomadas por Couto, que já exonerou mais de 800 pessoas ligadas à gestão de Cláudio Castro e determinou a abertura de auditorias em contratos.
Paes cita caso Master
“Tudo que o Governador Interino do Estado do Rio vem desmontando nos últimos tempos ‘pertence’ a personagens desses partidos. Dos bilhões do Banco Master até….. bom…… O tempo vai mostrar. Entenderam a ansiedade?”, escreveu Paes, citando ainda a questão do RioPrevidência, que aplicou recursos na instituição então comandada por Daniel Vorcaro, e que acabou liquidada pelo Banco Central.
“Minha opinião é que eles desmoralizam ainda mais o Rio”, afirmou Paes, que cobra dos aliados de Ruas uma iniciativa contra a redistribuição dos royalties do petróleo, em análise no Supremo Tribunal Federal (STF). A realocação desse recursos, que passariam a ser compartilhados com o restante do país, ameaça a saúde financeira do Estado do Rio e diversos municípios fluminenses, que enfrentariam um baque bilionário em seus orçamentos.
“Já que têm tanta força assim e querem parar o Brasil, quero ver fazer esse movimento por causa dos royalties. Aí sim mostrariam estar preocupados com o Rio!”, concluiu.






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