O julgamento de dois filhos da ex-deputada federal Flordelis, de um PM e sua esposa suspeitos de participação no assassinato do pastor Anderson do Carmo começou por volta das 11h15 desta terça-feira (12).
O julgamento de André Luiz de Oliveira, filho de Flordelis, que estava previsto para esta terça, foi adiado pois o advogado passou mal.
Devido ao grande número de réus, a sessão precisou ser desmembrada e Flordelis só será julgada no dia 9 de maio.
A primeira testemunha ouvida foi a delegada Bárbara Lomba, que foi titular da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) e iniciou as investigações da morte de Anderson do Carmo.
Por volta das 15h15, começou o depoimento da segunda testemunha. O delegado Allan Duarte, que também esteve à frente da DHNSGI, deu continuidade às investigações e indiciou Flordelis como mandante do crime.
A delegada Bárbara Lomba afirmou que um dos principais motivos do descontentamento de Flordelis e outros filhos com o pastor Anderson era o enorme poder adquirido por ele, que cresceu após a pastora ser eleita deputada federal em 2018.
“Embora não tenha assumido nenhuma função formal, ele era praticamente o deputado. Ele fazia a articulação política dentro do parlamento, para eleições municipais. Ele tinha objetivos: conseguir tantas prefeituras, quantos municípios. Havia mensagens dizendo: ‘Você tem que olhar para tal pessoa, sentar do lado dele’. Ele direcionava as atitudes dela”, contou Bárbara Lomba.
Lomba, no interrogatório, confirmou que Lucas foi indiciado pela participação no crime por ter ajudado a conseguir a arma que foi utilizada para matar o pastor Anderson do Carmo.
Ela contou ainda que a participação de Flávio como executor foi comprovada por provas técnicas.






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