A deputada Dani Monteiro (PSOL) rebateu, nesta terça-feira (30), as declarações do deputado Alexandre Knoploch (PL) sobre um suposto desaparecimento de documentos da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
A parlamentar afirmou que o colegiado não foi entregue “zerado” e sustentou que o acervo produzido durante sua gestão foi preservado. Dani assegurou que encerrou o período sob sua presidência com atendimentos registrados oficialmente e com relatórios produzidos pela própria comissão.
Resposta às acusações
Na nota, Dani Monteiro afirmou que as declarações de Alexandre Knoploch representam “mais uma tentativa de utilizar a comissão para fins de disputa eleitoral”.
A deputada esclareceu que apenas itens físicos de uso pessoal dos servidores foram retirados da sala da comissão. De acordo com ela, todos os bens patrimoniais vinculados ao colegiado permaneceram no local, devidamente identificados pelo controle interno da Alerj.
Destino do acervo digital
Ainda segundo a parlamentar, os processos e toda a documentação digital considerada sensível terão um backup encaminhado ao Ministério Público Federal para armazenamento e para a adoção das medidas que o órgão considerar cabíveis à proteção desse acervo.
A manifestação foi divulgada depois de Alexandre Knoploch afirmar, durante sessão plenária, que não encontrou documentos ou registros históricos da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania e anunciar que adotaria medidas formais para solicitar esclarecimentos sobre o caso.






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