Comércio do Rio prevê aumento de 3% nas vendas para o Halloween

Levantamento do CDLRio e do SindilojasRio aponta gasto médio de R$ 100 a R$ 200 por consumidor; Zona Norte concentra a maior expectativa de crescimento entre as regiões da cidade

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O comércio carioca projeta um crescimento de 3% nas vendas para o Halloween na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que aponta um levantamento realizado pelo Clube dos Diretores Lojistas do Rio (CDLRio) e pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município (SindilojasRio), que ouviu 250 lojistas da capital fluminense.

A pesquisa abrangeu comerciantes de diferentes regiões da cidade que atuam em segmentos de artigos de festa, decoração, cosméticos, maquiagem, vestuário, fantasias e acessórios. Segundo o levantamento, o gasto médio por consumidor deve oscilar entre R$ 100 e R$ 200, mantendo patamar semelhante ao registrado no ano anterior.

Para atrair os clientes, os comerciantes apostam em promoções, descontos no valor total das compras e facilidades de pagamento. O cartão de crédito parcelado deve ser a principal forma de pagamento, seguido pelo cartão de débito, Pix e dinheiro.

O presidente do CDLRio e do SindilojasRio, Aldo Gonçalves, avalia que a expectativa moderada de crescimento reflete o comportamento de consumidores que pretendem participar das comemorações, mas sem comprometer uma parcela significativa da renda.

“Assim, as condições configuram indicativo no qual os consumidores estão dispostos a aproveitar os festejos, mas sem ter que comprometer parcela significativa da renda para isso”, afirmou.

Zona Norte tem maior expectativa de crescimento

Apesar da previsão geral de alta nas vendas, as expectativas dos comerciantes variam de acordo com a região da cidade. A Zona Norte aparece na liderança, com estimativa de crescimento de 29%. Na sequência estão o Centro, com 27%; a Zona Sul, com 23%; a Zona Oeste, com 11%; e a região Sudoeste, com 10%.

Gonçalves também destacou que o Halloween representa uma oportunidade para os lojistas se aproximarem dos consumidores, embora não seja um indicador direto do desempenho das vendas de Natal. A expectativa do setor é que a Black Friday, no fim de novembro, também contribua para movimentar o comércio carioca, com promoções e novidades para os consumidores.

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