Com força de Mourão, o “resiliente” general Silva e Luna diz que não vai abandonar comando da Petrobrás em meio a embate sobre preços

O presidente da Petrobrás, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, disse que não deixará a companhia em um momento em que comparou com uma “batalha”, apesar de cobranças e críticas que vieram de dentro e fora do governo por conta da alta de cerca de 25% no diesel da estatal, na última semana.…

O presidente da Petrobrás, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, disse que não deixará a companhia em um momento em que comparou com uma “batalha”, apesar de cobranças e críticas que vieram de dentro e fora do governo por conta da alta de cerca de 25% no diesel da estatal, na última semana. Silva e Luna foi elogiado pelo vice-presidente Hamílton Mourão, se contrapondo a Bolsonaro, dizendo que ele é resiliente como todo nordestino e aguenta pressão.

“Sou soldado. O campo de batalha é a minha zona de conforto. Não fujo do campo de batalha, abandonando a minha tropa. Um homem tem que fazer o que um homem tem que fazer”, disse Luna à Reuters.

“Não há crise”, adicionou.

Luna assumiu o comando da empresa no ano passado depois do desgaste do então presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, com o presidente Jair Bolsonaro causado pela política de preços da estatal.

Sob o comando de Luna, a política de preços voltou a ser questionada, especialmente após o reajuste do diesel, enquanto a gasolina da Petrobrás nas refinarias subiu quase 19% também na última sexta-feira, para refletir a disparada nas cotações do petróleo diante das consequências da guerra na Ucrânia.

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