O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), chamou Wilson Witzel de “coitado” após o ex-governador depor à CPI da Covid nesta quarta-feira (16), revela Octávio Guedes, da Globonews.
Sem citar o nome de Castro, Witzel declarou aos senadores da CPI que o atual governador manteve contratos com Organizações de Saúde (OS) sob suspeita, que “estranhamente” estava em Brasília no dia em que ele, Witzel, sofreu busca e apreensão, em maio de 2020, e que colocou a investigação do caso Marielle em banho-maria.
“Witzel é um coitado. Ele é inimputável pelo que fala, mas não pelo o que fez”, disse Castro.
O governador afirmou que as OSs estão trabalhando e sendo fiscalizadas e que não fazia sentido estar em Brasília no dia da busca e apreensão. “Eu ia deixar minha mulher e filhos sozinhos, já que eu também sofri busca e apreensão naquele dia?”
Declarou ainda que a apuração da morte da vereadora Marielle Franco “segue o rumo sem interferência”. O crime ocorreu em 2018.
Os senadores da CPI votarão na próxima sexta (18) a convocação de Cláudio Castro. A cúpula da comissão decidiu quebrar o sigilo de sete organizações sociais citadas por Witzel.
Cláudio Castro sobre Witzel: “É um coitado. Ele é inimputável pelo que fala mas não pelo que fez”.
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), chamou Wilson Witzel de “coitado” após o ex-governador depor à CPI da Covid nesta quarta-feira (16), revela Octávio Guedes, da Globonews. Sem citar o nome de Castro, Witzel declarou aos senadores da CPI que o atual governador manteve contratos com Organizações de Saúde (OS) sob suspeita, que “estranhamente”…






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