Policiais da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) prenderam, no último sábado, Ronny Lima Ramos, de 43 anos, suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em roubos de carga. Ele foi detido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, pouco depois de sair da comunidade do Lixão, onde costumava se esconder. Conhecido como “Terror da 040”, Ronny era investigado por liderar uma série de assaltos contra caminhoneiros na Rodovia Washington Luís (BR-040), que liga o Rio de Janeiro a Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Alvo de cinco mandados de prisão
Segundo o delegado Ângelo Lages, responsável pelo caso, Ronny tinha cinco mandados de prisão expedidos pela Justiça, todos relacionados a roubos de carga. Ele era o responsável por planejar os assaltos, selecionar os alvos, providenciar os veículos utilizados e até participar das abordagens aos motoristas. Além disso, a polícia afirma que o suspeito mantinha contato direto com os receptadores responsáveis pela revenda das mercadorias.
Investigado por roubo em Copacabana
Ronny também é investigado por um assalto ocorrido em Copacabana, na Zona Sul do Rio, quando uma carga foi levada para a comunidade do Lixão. Embora existam indícios de sua participação, a polícia ainda apura se ele esteve diretamente envolvido nesse crime. A quadrilha liderada por Ronny operava de forma organizada, atuando em todas as etapas do roubo — desde a escolha das cargas até a distribuição dos produtos furtados.
Quadrilha roubava diversos tipos de mercadorias
De acordo com as investigações, o grupo não tinha um tipo específico de carga como alvo. Os roubos variavam entre gêneros alimentícios, peças automotivas, materiais de construção e até celulares dos motoristas e ajudantes, que também eram levados durante os assaltos. O bando usava a Rodovia BR-040 como principal rota de ação.
Próximos passos do processo
Ronny foi capturado por três policiais que monitoravam seus passos e aguardaram o momento em que ele saiu da comunidade para efetuar a prisão. O suspeito passará por audiência de custódia entre esta segunda-feira e quarta-feira, quando um juiz decidirá se a prisão será mantida ou se ele responderá pelos crimes em liberdade.






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