FERNANDO LOBO
O destaque foi para o setor de serviços, com saldo de 6.183 empregos formais, seguido do comércio, com saldo de 4.126, Indústria , com saldo de 1.340 e construção, com saldo de 8 novos postos de trabalho. Agropecuária teve saldo negativo de 926 postos de trabalho.
Nas unidades federativas, os maiores saldos em outubro foram registrados em São Paulo, com geração de 47.255 novos postos, seguido do Rio Grande do Sul, com 14.115 e Rio de Janeiro, com 10.731 empregos celetistas.
No estado do Rio, a capital, com 7.266 novos postos, São Gonçalo, com 681, Niterói, com 629, Duque de Caxias, com 544 e Piraí, com 504 novos postos de trabalho, lideram o ranking do Ministério do Trabalho em criação de emprego formal.
O salário médio em outubro dos trabalhadores admitidos no estado do Rio ficou em R$ 2.132,54 .
No acumulado do ano, São Paulo lidera com 608 mil novos postos de trabalho, seguido de Minas Gerais, com 207 mil, Paraná, com 163 mil e Rio de Janeiro, com 149 mil empregos celetistas.
No estado do Rio, o ranking dos municípios que mais criaram empregos formais em 2024 é:
1° RJ +78.313
2° Niterói +8.135
3° Duque de Caxias +7.728
4° Macaé +7.197
5° Nova Iguaçu +4.710
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados ontem (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Infelizmente as políticas públicas de geração de emprego promovidas pelo poder público no Estado tem sido insuficientes. Ainda existem milhares de trabalhadores sem acesso ao mercado de trabalho, lembrando que aproximadamente 70% das vagas oferecidas pelas empresas não são preenchidas por total falta de qualificação profissional dos candidatos. Precisamos mudar isso, e rápido!!
Confira o gráfico

Fernando Lobo – Jornalista, ex-Coordenador do Observatório de Emprego da SETRAB e ex- subsecretário de Trabalho de São Gonçalo






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