Brasil sem lei: autoridades não conseguem coibir fake news contra Lula na campanha

Em sua conta no Twitter, nesta segunda-feira (10), a jornalista Mônica Bergamo fez uma crítica à falta de punição para quem dissemina fake news.  “A chuva de vídeos falsos que começa a cair mostra que o Brasil, mais uma vez, falhou em combater o uso da mentira deslavada como arma eleitoral”, escreveu.  No domingo (9),…

Em sua conta no Twitter, nesta segunda-feira (10), a jornalista Mônica Bergamo fez uma crítica à falta de punição para quem dissemina fake news. 

“A chuva de vídeos falsos que começa a cair mostra que o Brasil, mais uma vez, falhou em combater o uso da mentira deslavada como arma eleitoral”, escreveu. 

No domingo (9), o bolsonarista e pastor André Valadão foi pego nas redes sociais mentindo descaradamente ao tentar criminalizar a esquerda e pedir votos para Jair Bolsonaro.

Ao destacar uma decisão jurídica da possibilidade de casamentos com menores entre 14 e 18 anos na Colômbia, o empresário evangélico atribui tal decisão ao governo da esquerda. No entanto, a decisão ocorreu em 2021, quando o presidente era o direitista Ivan Duque.

A campanha do ex-presidente Lula (PT) entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Nikolas Ferreira (PL), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Carla Zambelli (PL-SP) pela veiculação de desinformação em seus perfis no Instagram, Twitter e Facebook. 

O conjunto de desinformações se inicia com um vídeo gravado pelo vereador Nikolas Ferreira – eleito deputado federal no primeiro turno da eleição. O vídeo diz, de forma mentirosa e difamatória, que Lula incentivaria o uso de drogas por crianças e adolescentes.

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