A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que será votada hoje no plenário do Senado, deverá passar por uma nova rodada de negociações entre os líderes partidários ligados a Jair Bolsonaro (PL) ao chegar à Câmara dos Deputados.
No substitutivo do senador Alexandre Silveira (PSD-MG), aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o teto foi ampliado para R$ 145 bilhões por dois anos. Porém, o valor e o tempo ainda incomodam os parlamentares ligados ao atual presidente da República.
Eles consideram o montante elevado para um governo que “nem empossado foi” – o PT queria, na verdade, R$ 175 bilhões por quatro anos.
Como noticiou o Metrópoles, outra mudança é que os R$ 145 bilhões estão condicionados ao teto de gastos, que será ampliado. Porém, o governo continua proibido de estourar esse teto, conforme queriam os petistas.
Os próprios caciques ligados a Bolsonaro admitem que não há tempo hábil para “maturar” a discussão da PEC na comissão especial que deverá ser formada ao chegar na Câmara, depois de passar pelo Senado.
” O texto todo é em benefício de Lula”, declarou um dos manda-chuva do Podemos.
Agora, o grupo quer que a PEC dure um ano e que o valor seja menor do que aprovado na CCJ.






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