247 – Após decisão de que a Avenida Paulista será ocupada pela direita no dia 7 de setembro, o movimento ‘Fora Bolsonaro’ decidiu, em reunião ontem, marcar o sexto dia nacional de mobilização para o Vale do Anhangabaú, às 14h. Mas em várias capitais os organizadores dos dois tipos de manifestação lutam pelo mesmo espaço público.
O local escolhido pela oposição em São Paulo fica no centro da cidade, onde tradicionalmente ocorrem atos de esquerda.
Haverá atos em todo o país em 7 de setembro, tanto de apoiadores quanto de opositores do governo. Há temores de confrontos e dúvida sobre como as policias militares agirão para manter a situação sob controle, sem tomar partido.
O coordenador da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim, disse que em Brasília a esquerda fará seu protesto contra o governo na Esplanada dos Ministérios, às 16h. Na mesma região está previsto o ato de apoio a Bolsonaro.
Segundo reportagem da Folha, os atos em defesa de Bolsonaro deverão reeditar grande parte da coalizão de direita que o elegeu em 2018, apesar dos interesses fragmentados dos diversos grupos participantes.
Estarão presentes evangélicos, ruralistas, policiais, militares, caminhoneiros, monarquistas e ativistas em geral, que têm em comum o apoio à reeleição de Bolsonaro e o repúdio à volta da esquerda ao poder, representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior. As maiores deverão ocorrer na praça dos Três Poderes, em Brasília, pela manhã, e na avenida Paulista, em São Paulo, à tarde. Bolsonaro é esperado em ambas.






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