Apoiadores de Jair Bolsonaro estão espalhando nas redes versões falsas sobre a interrupção da agenda do candidato a governador Tarcísio de Freitas após incidente com tiros nesta segunda-feira (17) em Paraisópolis, São Paulo.
O suposto atentado já foi desmentido por fontes da Polícia Militar de SP, que disseram ao UOL que os tiros que interromperam o evento do qual Tarcísio participava ocorreram “no interior da favela (na região de Paraisópolis), sem que houvesse disparos na direção do local onde estava o candidato”.
Apesar da PM ter negado que Tarcísio tenha sdo alvo de um atentado, bolsonaristas estão associando o episódio a um suposto plano do PCC e associando o crime ao PT.
Em vídeo que circulava nas redes sociais desde o dia 15 de outubro, o general bolsonarista Augusto Heleno já ‘previa’ a realização de um suposto atentado contra Tarcísio.
No vídeo que circulava há dias nas redes sociais, Heleno mencionava que Tarcísio está deixando de ir aos debates não por temer Fernando Haddad (PT), mas sim por uma “ameaça de um atentado terrorista onde tem uma organização criminosa envolvida”.
A Polícia Militar de São Paulo negou que o candidato ao governo do estado nesta segunda-feira (17) durante um evento de campanha em Paraisópolis, favela da Zona Sul da capital paulista.
Fontes ligadas à polícia disseram ao UOL que os tiros que interromperam o evento do qual Tarcísio participava ocorreram “no interior da favela, sem que houvesse disparos na direção do local onde estava o candidato”. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo ainda não se posicionou.
Pelas redes, bolsonaristas dizem que Tarcísio foi atacado durante um ato de campanha. O próprio candidato alimentou a versão em postagem no Twitter logo após o ocorrido. “Durante visita ao 1º Polo Universitário de Paraisópolis, fomos atacados por criminosos”.





